quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Discos: Motörizer por Motörhead (2008)


19º disco do incansável power trio britânico Motörhead, Lemmy com 62 anos e os "novatos" Phil Campbell, 47, e Mikkey Dee, 44.

A banda segue num ritmo frenético de lançamentos, sendo o último disco de estúdio lançado em 2006, e no camino um disco ao vivo em 2007. A capa pra variar, é um capítulo a parte!

O que falar desse disco? Bom o Motörhead é uma banda no estilo AC/DC no que se diz a "novidades", todos os discos seguem a mesma fórmula, e ninguém cansa. É um disco do Motörhead, só de ouvir o instrumental da primeira música já dá pra sacar. É igual? É! É bom? Muito! Então pra que mudar? É um tipo de rock que não enjoa, pois você ouve sóbrio ou bêbado (na maioria das vezes) e acha o máximo. A energia, o peso e tudo mais faz você querer quebrar tudo.


1 - Runaround Man: Uma música que remete ao antigo Motörhead, aliás quase todas as músicas soam assim. Riff pesado, rápida e solo bem pequeno.

2 - Teach You How to Sing the Blues: Um música não tão rápida, pesada e mais sombria. Um solo mais elaborado, e um refrão muito bom por sinal. A voz do Lemmy não muda, típica voz de fumante, ele nasceu com essa voz.

3 - When the Eagle Screams: Começa com um sample de alguém dizendo alguma coisa (hehe). Uma música que fala sobre guerra, batalha e morte. Uma clara crítica aos EUA. Excelente letra.

4 - Rock Out: Pra mim a grande música do disco, começa só com o baixo do Lemmy, aí entra bateria num ritmo rápido. Isso é Motörhead! Cheia de energia, rápida e que se foda a letra! Uma música que levanta qualquer platéia.

5 - One Short Life: Uma música mais lenta do que o habitual, e com um excelente riff de guitarra. Talvez se o vocal não fosse do rouco Lemmy a música teria mais destaque.

6 - Buried Alive: A velocidade volta com tudo nessa música, sem introdução, já começa com o vocal. É uma música pra você sair pulando dando pontapé em quem tiver perto, no show, sem se importar tanto com a musica em si, apenas na batida da bateria que é o destaque da música, e no meio um solo muito bom.

7 - English Rose: Começa só com o Lemmy falando, música foda! Machista e com um instrumental que te prende à ela! "Come on down honey spend my money" Essa parte fica na cabeça!!

8 - Back on the Chain: Uma música peso-morto, sem nada que chame a atenção de quem ouve. O refrão ainda vale a pena, mas não salva a música. Um solo típico do estilo (com muito wah-wah), mas até ele não tem brilho na música.

9 - Heroes: A maior música do disco, com 4'49'', mais uma música que fala de guerra, luta e morte. Com coros que ora diz "Heroes" e logo em seguida "Fools". O solo não merece grande destaca, podia ser mais elaboradoe ter mais feeling já que a música não é rápida.

10 - Time Is Right: Um ótimo riff de guitarra já é meia música, uma pena que o refrão dessa música não seja tão bom quanto o riff. Agora sim o solo casa bem com a música, uma pena que seja tão breve, ele sempre acaba quando você imagina que vai alcançar o ápice.

11 - The Thousand Names of God: Uma música apagada, tenta ter energia mas não consegue. Mas o instrumental é bom, apesar de ser clichê.


GERAL: 7,5/10


Algumas confusões foram feitas, então pra deixar claro:


Esse é o LeNNy! E esse é o LeMMy!


Se quiser baixar, "com sua conta em risco" (by Silvio Santos), vá no Orkut que tá cheide links.

Destaques do Disco:

Rock Out:
http://br.youtube.com/watch?v=Qb-8VZXYyl4

English Rose:
http://br.youtube.com/watch?v=fM6pUmyG3YE




5 comentários:

Chá das 6 disse...

Punk, de boa cara, eu amo vc!

pai disse...

Motorhead é foda!!!!!!!!!

lobatinho disse...

meu conhecimento sobre Motorhead se resume ao disco Ace Of Spades
mas como banda é clássik e Lemmy sempre viveu o rock'n'roll,só disso já vale dá uma ouvida no novo disco dos kras
100 +

Rafael Alves disse...

Achei muito foda o disco. Só discordo de uma coisa: o refrão de "Time Is Right" é muito foda! Não sai da minha cabeça.

Felipe Putkamer disse...

Muito tesão esse disco!

É a mesma fórmula que funciona muito bem, rock n' roll puro, excelentes riffs e um baixo incrívelmente imponente nas músicas.